Sete conselhos de especialistas para que as famílias mantenham suas empresas e fortunas
De: Galo Branco
Nem todas as famílias abastadas podem ser como os Grimaldi, herdeiros do Principado de Mônaco, cuja riqueza passa intacta de geração para geração. Os Grimaldi, assim como os Windsor na Inglaterra ou os herdeiros do sultão Haji Waddaulah no Brunei, não são apenas uma família. Eles são um Estado, com arrecadação garantida e súditos para sustentá-los. No mundo das fortunas privadas, é diferente. Aos plebeus (mesmo os que ganham muito, muito dinheiro) convém tomar uma série de precauções para que seus impérios permaneçam de pé. No caso das empresas familiares, sujeitas a todo tipo de disputa entre parentes, esses cuidados precisam ser redobrados -- de preferência, desde o começo do negócio. As brigas podem não acontecer num primeiro momento, quando tudo é acertado por um ou dois irmãos ou apenas pelo patriarca, mas certamente serão mais comuns numa segunda ou terceira geração. Para facilitar a administração dessas companhias e evitar a erosão das fortunas, especialistas de todo o mundo vêm estudando o tema e desenvolvendo estratégias de atuação. Conheça alguns conselhos valiosos:
1 Investir na formação de herdeiros que demonstrarem desejo e vocação para trabalhar na empresa.
2 Estabelecer critérios de contratação para a entrada de familiares nas funções administrativas da companhia.
3 Criar uma constituição interna da empresa em que fiquem claras as funções de cada cargo, quem pode ocupá-los e quando deve sair.
4 Planejar a sucessão de maneira extremamente profissional.
5 Abrir as funções de comando para profissionais de fora da família.
6 Estabelecer um plano de ação em que fiquem claras quais são as metas da empresa.
7 Definir as obrigações e os direitos dos familiares acionistas.